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	<title>Image &#8211; Amboretto Bombas LTDA.</title>
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	<description>Manuseio de Fluidos e Engenharia de Processos</description>
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		<title>Amboretto entrega Skid de Dosagem para INPASA DEL PARAGUAY</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 18:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A INPASA &#8211; Industria Paraguaya de Alcoholes S.A. está localizada no município de Nueva Esperanza no estado de Canindeyú ao leste do Paraguai e foi fundada em 2006, mas iniciou as suas atividades no final de 2008. Já em setembro de 2009 atingiu a produção de 4 milhões de litros de etanol por mês, o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="http://www.inpasa.com.py/img/logo.png" alt="Inpasa del Paraguay S.A." /></p>
<p><a href="https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/indústria.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1292" src="https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/indústria-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" srcset="https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/indústria-300x193.jpg 300w, https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/indústria.jpg 473w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>A INPASA &#8211; Industria Paraguaya de Alcoholes S.A. está localizada no município de Nueva Esperanza no estado de Canindeyú ao leste do Paraguai e foi fundada em 2006, mas iniciou as suas atividades no final de 2008.</p>
<p>Já em setembro de 2009 atingiu a produção de 4 milhões de litros de etanol por mês, o que foi logo superado pelo excelente desempenho de dezembro do mesmo ano onde ultrapassou a marca de 5 milhões de litros por mês.</p>
<p>Atualmente são produzidos 12 milhões de litros de etanol por mês, a capacidade instalada na destilaria ultrapassa 450 mil litros de etanol por dia e na produção de açúcar cristal a de 750 toneladas por dia, o que equivale a 15 mil sacas de açúcar. Além destes produtos feitos dos cereais e da cana-de-açucar, faz-se também o DDGS ultrapassando os 300 toneladas por dia.</p>
<p>A empresa desde sua fundação encontra-se operando, crescendo e consolidando suas operações, aumentando sua capacidade produtiva com constantes investimentos na fabricação de máquinas, obras civis e culturais. Apesar do seu curto período de operação, a INPASA já conquistou mais de 60% do mercado nacional de etanol, fornecendo para as principais empresas do seguimento: Copetrol, B&amp;R, PETROBRAS, PUMA, ESSO, MONTE ALEGRE, ALCOPAR e outras&#8230;</p>
<p>A INPASA é hoje a maior produtora de etanol de milho da América Latina.</p>
<p>http://www.inpasa.com.py/pt/empresa</p>
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		<title>Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões</title>
		<link>https://amboretto.com.br/uncategorized/mercado-de-trabalho-comeca-2015-sob-onda-de-demissoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[viniciusramaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 06:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Mercado de trabalho começa 2015 sob onda de demissões</h1>
<h2>O cenário para o mercado de trabalho no Brasil, que já vinha em estado de atenção desde o final do ano passado, ganha neste começo de 2015 mais ingredientes que reforçam os alertas feitos por especialistas nos últimos meses. Ainda não está claro o tamanho do impacto que as demissões no setor automotivo terão sobre os dados do mercado de trabalho, mas essas dispensas nas montadoras são sintomáticas sobre a situação do emprego industrial e a nova fase em que entrou a política econômica, segundo avaliação de especialistas consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Além disso a Operação Lava Jato pode respingar sobre os níveis de emprego por causa dos desligamentos anunciados pelos consórcios ligados à Petrobras.</h2>
<p>Na semana passada, a Volkswagen anunciou o corte de 800 funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo previsto para fevereiro, deixando claro que essa foi apenas a primeira medida para ajustar um excedente de cerca de 2 mil trabalhadores. Já a Mercedes-Benz já demitiu 260 empregados, sendo 100 deles por meio de Programa de Demissão Voluntária (PDV) e 160 por iniciativa da própria empresa.</p>
<p>Para os profissionais, esses cortes não surpreendem, pois a indústria está debilitada e acumulando saldo líquido negativo de quase 15 mil vagas entre janeiro e novembro de 2014, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo informou esta semana o IBGE, em novembro o emprego industrial caiu 0,4%. Entre janeiro e novembro de 2014, a queda acumulada chega a 3,1%.</p>
<p>O retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis a partir de janeiro teve papel relevante nas demissões. &#8220;O fim da redução da alíquota deve desencorajar vendas e as empresas estão antecipando os cortes. Começou com a Volks e pode se estender a outras montadoras&#8221;, disse o pesquisador do Ibre/FGV Rodrigo Leandro de Moura</p>
<p>Vale lembrar que durante boa parte do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, por meio de um acordo, o governo manteve o imposto reduzido, por vezes até zerado, em troca da garantia da manutenção dos empregos no setor. Agora, com a nova equipe econômica, parece não mais haver disposição para socorros setoriais, sobretudo diante da necessidade de um forte ajuste fiscal.</p>
<p>Além da alíquota do IPI, que estava reduzida desde maio de 2012 e foi recomposta gradualmente, voltando a alíquota normal (7% a 25%) em janeiro, a queda nas vendas de veículos no Brasil também tem influência do cenário externo, principalmente da crise na Argentina, principal destino das exportações de carros no Brasil.</p>
<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, afirmou na semana passada que as informações sobre demissões no setor automotivo ainda são uma questão &#8220;extremamente limitada&#8221; e que não há problema sistêmico, que justifique ação direta do governo. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, que se reuniu com o sindicatos dos metalúrgicos, diz que o governo não entende que há uma crise no setor.</p>
<p>Essa queda da demanda interna também poderá causar demissões nas concessionárias, segundo previsão do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção. Ele reconhece que o emprego nas redes pode ser afetado, embora pondere que não serão demissões em massa, pois o setor já vem fazendo um ajuste na mão de obra nos últimos dois anos.</p>
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		<title>Clariant anuncia laboratório de catalisadores para óleo e gás</title>
		<link>https://amboretto.com.br/uncategorized/clariant-anuncia-laboratorio-de-catalisadores-para-oleo-e-gas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[viniciusramaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 06:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Clariant anuncia laboratório de catalisadores para óleo e gás Adsorventes da Clariant removem contaminantes do gás natural. Potencial do pré-sal e do gás de xisto estão na pauta das pesquisas. A Clariant, empresa global em especialidades químicas, inaugurou um laboratório de pesquisas e desenvolvimento de catalisadores para as indústrias química e de petróleo e gás.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Clariant anuncia laboratório de catalisadores para óleo e gás</h1>
<h2>Adsorventes da Clariant removem contaminantes do gás natural.<br />
Potencial do pré-sal e do gás de xisto estão na pauta das pesquisas.</h2>
<p>A Clariant, empresa global em especialidades químicas, inaugurou um laboratório de pesquisas e desenvolvimento de catalisadores para as indústrias química e de petróleo e gás. Segundo informou nesta quarta-feira (26), o laboratório iniciou suas operações na fábrica de Suzano (São Paulo), a maior instalação da companhia na América Latina.</p>
<p>Os adsorventes da Clariant são usados para purificar o gás natural, que sai do poço com impurezas como enxofre, mercúrio, arsina e outros compostos danosos ao meio ambiente e aos equipamentos do sistema de produção, explicou a companhia. Os adsorventes removem esses contaminantes antes da entrada do gás na tubulação, atendendo às especificações da legislação.</p>
<p>A empresa informou que há mais de 60 anos fornece soluções para a remoção de contaminantes de gás natural e outras cadeias de hidrocarbonetos, e considera o aumento da produção nas reservas do pré-sal e o potencial de gás de xisto uma plataforma para o crescimento na América Latina e no mundo.</p>
<p>&#8220;A projeção de crescimento da indústria de gás no Brasil é significativa, e a Clariant vai contribuir com este crescimento. Com este investimento seguimos com a estratégia de fornecer suporte aos parceiros locais de negócios. Vamos continuar a desenvolver, conjuntamente, no Brasil, soluções novas e inovadoras com nossos catalisadores e adsorventes&#8221;, disse Stefan Heuser, vice-presidente sênior e diretor da BU Catalysts.</p>
<p>Segundo a Clariant, as reservas de gás no Brasil devem crescer rapidamente: a projeção é que a produção doméstica triplicará dos atuais 65 milhões de metros cúbicos por dia para cerca de 180 milhões em 2020, com uma porção significativa vindo de plataformas off-shore.</p>
<p>A produção de petróleo no Brasil representou cerca de 25% da produção global em águas profundas em 2011. A exploração do pré-sal deverá aumentar significativamente essa porcentagem. Citando dados da  Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), a Clariant afirma que a demanda de bens e serviços para as indústrias de petróleo e gás deve alcançar pelo menos US$ 400 bilhões até 2020.</p>
<p>O novo laboratório foi constituído a partir da aquisição parcial de ativos de catalisadores da empresa brasileira Oxiteno, em meados de 2012, incluindo patentes e laboratórios de pesquisa, explicou a Clariant. O laboratório de Suzano faz parte de uma rede global de 11 instalações de P&amp;D.</p>
<p>&#8220;O novo grupo de pesquisa fortalece ainda mais o portfólio tecnológico da Clariant na purificação de gás e aplicações relacionadas ao gás de síntese&#8221;, disse Marvin Estenfelder, diretor de R&amp;D Catalysts.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1306" src="http://amboreto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Clariant_logo-300x106.jpg" alt="Clariant_logo" width="300" height="106" srcset="https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Clariant_logo-300x106.jpg 300w, https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Clariant_logo-1024x362.jpg 1024w, https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Clariant_logo.jpg 1682w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>ECOLAB Especialização Essencial para Água, Energia e Ar</title>
		<link>https://amboretto.com.br/uncategorized/ecolab-especializacao-essencial-para-agua-energia-e-ar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[viniciusramaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 06:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[ECOLAB Especialização Essencial para Água, Energia e Ar A Nalco é uma empresa Ecolab. A Ecolab (ECL), uma parceira confiável em mais de um milhão de localidades de clientes, é a líder mundial em tecnologias e serviços de água, higiene e energia que protegem pessoas e recursos vitais. Com US$ 12 bilhões em vendas em&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>ECOLAB Especialização Essencial para Água, Energia e Ar</h1>
<p>A Nalco é uma empresa Ecolab. A Ecolab (ECL), uma parceira confiável em mais de um milhão de localidades de clientes, é a líder mundial em tecnologias e serviços de água, higiene e energia que protegem pessoas e recursos vitais. Com US$ 12 bilhões em vendas em 2012 e 44.000 associados, a Ecolab oferece soluções abrangentes e serviço no local para proporcionar alimentos seguros, manter ambientes limpos, otimizar o uso de água e energia e melhorar a eficiência operacional para clientes do setor alimentício, de cuidados de saúde, de energia, de hospitalidade e industrial em mais de 170 países em todo o mundo.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1301 alignleft" src="http://amboreto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Ecolab-300x58.jpg" alt="Ecolab logo revise_1" width="300" height="58" srcset="https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Ecolab-300x58.jpg 300w, https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Ecolab-1024x196.jpg 1024w, https://amboretto.com.br/wp-content/uploads/2015/03/Ecolab.jpg 1565w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cadeia de óleo e gás já demitiu 6 mil trabalhadores em menos de 3 meses</title>
		<link>https://amboretto.com.br/uncategorized/cadeia-de-oleo-e-gas-ja-demitiu-6-mil-trabalhadores-em-menos-de-3-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[viniciusramaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 06:37:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Cadeia de óleo e gás já demitiu 6 mil trabalhadores em menos de 3 meses Diretamente afetado pelos problemas da Petrobras, setor já trabalha com metade de sua capacidade produtiva A cadeia de fornecedores de óleo a gás sente fortemente os efeitos da desaceleração da Petrobras, envolvida em escândalos de corrupção e desvio de dinheiro.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Cadeia de óleo e gás já demitiu 6 mil trabalhadores em menos de 3 meses</h1>
<h2>Diretamente afetado pelos problemas da Petrobras, setor já trabalha com metade de sua capacidade produtiva</h2>
<p>A cadeia de fornecedores de óleo a gás sente fortemente os efeitos da desaceleração da Petrobras, envolvida em escândalos de corrupção e desvio de dinheiro. Com a dificuldade da estatal para firmar novos contratos e a diminuição do plano de investimento para este ano, os fornecedores já começaram a demitir e cortar produção, de acordo com reportagem do jornal O Globo.</p>
<p>Ao todo, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), desde o ano passado cerca de seis mil trabalhadores já foram desligados. Hoje, as companhias operam com apenas 50% de sua capacidade produtiva.</p>
<p>De toda a indústria de máquinas e equipamentos, o setor de óleo e gás representa 15% dos 80 bilhões de reais em faturamento anual. Segundo o presidente da Abimaq, José Velloso, cerca de 900 empresas fabricantes de materiais trabalham para a Petrobras direta e indiretamente.</p>
<p>O problema se alastra por todo o Brasil. Além da redução da atividade nos estaleiros de Pernambuco, empreendimentos como o Polo 2 de julho, no interior da Bahia, foram interrompidos. O empreendimento, segundo o jornal O Globo, previa investimentos de até 2 bilhões de reais e geração de até 12 mil empregos. No sul, o crescimento do polo de Rio Grande (RS) também minguou e a formação de outro, em Charqueadas, não saiu do papel.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suzano diz que vai iniciar produção de celulose tipo fluff</title>
		<link>https://amboretto.com.br/uncategorized/suzano-diz-que-vai-iniciar-producao-de-celulose-tipo-fluff/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[viniciusramaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 06:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Suzano diz que vai iniciar produção de celulose tipo fluff A Suzano Papel e Celulose está investindo 30 milhões de reais para iniciar a produção de celulose tipo fluff, usada em fraldas e absorventes, com a meta de fabricar 100 mil toneladas anuais do insumo a partir de dezembro, anunciou nesta quarta-feira, após divulgar seus&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Suzano diz que vai iniciar produção de celulose tipo fluff</h1>
<h2>A Suzano Papel e Celulose está investindo 30 milhões de reais para iniciar a produção de celulose tipo fluff, usada em fraldas e absorventes, com a meta de fabricar 100 mil toneladas anuais do insumo a partir de dezembro, anunciou nesta quarta-feira, após divulgar seus números do quarto trimestre.</h2>
<p>O presidente-executivo da companhia, Walter Schalka, disse que o investimento está sendo feito em uma máquina flex em sua unidade na cidade de Suzano (SP), de modo que a empresa deve reduzir a produção de papel para imprimir e escrever com o objetivo de produzir o novo tipo de celulose.</p>
<p>As vendas de papel da companhia recuaram 1,4 por cento no quarto trimestre frente ao mesmo período do ano anterior, e a demanda nacional por papéis em 2014 ficou estável na comparação com 2013.</p>
<p>Segunda maior fabricante mundial de celulose de eucalipto, a Suzano pretende produzir a celulose tipo fluff a partir da celulose fibra curta, que já fabrica em suas unidades, em vez da tradicional fibra longa.</p>
<p>&#8220;Fizemos muitos testes e estamos absolutamente seguros de que o mercado vai absorver esse volume com tranquilidade, pois estamos desenvolvendo maiores percentuais de reposição (pelo mercado) de fibra longa por fibra curta e tem tido excelente qualidade&#8221;, disse Schalka a jornalistas.</p>
<p>O executivo declarou que atualmente não existe produção de fluff no mercado nacional, mas a produtora de papéis rival Klabin também pretende produzir celulose desse tipo em novo projeto no Paraná, o Projeto Puma, com início previsto para março de 2016.</p>
<p>A Suzano anunciou ainda nesta quarta-feira que fechou um grande contrato de aquisição de madeira para a compra de 8 milhões de metros cúbicos da matéria-prima de 2015 a 2024.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria gás-química, mineral e biotecnologia são alternativas para desenvolver o Estado</title>
		<link>https://amboretto.com.br/uncategorized/industria-gas-quimica-mineral-e-biotecnologia-sao-alternativas-para-desenvolver-o-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[viniciusramaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2015 06:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Indústria gás-química, mineral e biotecnologia são alternativas para desenvolver o Estado Água em abundância, vastos recursos minerais, solo fértil, variedade de frutos e espécies vegetais dão várias possibilidades para agregar valor à nossa economia Governantes e estudiosos estão em constante debate sobre a importância de usar as riquezas naturais do Amazonas (Arquivo AC) Gigante pela&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Indústria gás-química, mineral e biotecnologia são alternativas para desenvolver o Estado</h1>
<h2>Água em abundância, vastos recursos minerais, solo fértil, variedade de frutos e espécies vegetais dão várias possibilidades para agregar valor à nossa economia</h2>
<p>Governantes e estudiosos estão em constante debate sobre a importância de usar as riquezas naturais do Amazonas (Arquivo AC)</p>
<p>Gigante pela própria natureza, o Amazonas esconde mais riquezas naturais do que se pode imaginar em seus 1.570.746 quilômetros quadrados de extensão que englobam a metade da maior floresta tropical do planeta.</p>
<p>Água em abundância, vastos recursos minerais, solo fértil, variedade de frutos e espécies vegetais formam inúmeras possibilidades para agregar valor à nossa economia, hoje concentrada na indústria de produção de bens de consumo e intermediários.</p>
<p>Em São Gabriel da Cachoeira há reservas de ferro, manganês, fosfato, barita, zinco, titânio, vanádio, terras raras, urânio, ouro e nióbio; enquanto em Silves, Autazes, Itacoatiara, Nova Olinda do Norte e Itapiranga há presenças consideráveis de silvinita, óleo e gás, calcário, argila e caulim, para citar alguns. Recursos estes que podem ser explorados para subsidiar novos segmentos produtivos nas próximas décadas.</p>
<p>Governantes e estudiosos estão em constante debate sobre a importância de usar as riquezas naturais do Amazonas para se construir uma economia mais forte e não tão dependente das empresas multinacionais instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).</p>
<p>Mas na prática, poucas iniciativas foram feitas. Uma dessas possibilidades é se investir numa indústria de peixes em conserva e na produção de biocombustível a partir de materiais plásticos.Polo gás-químicoO polo de Gás-Químico, concebido pela Suframa em 2007, por exemplo, nunca saiu do papel.</p>
<p>O objetivo com esse projeto era aproveitar o gás natural vindo do município de Coari, através do gasoduto até Manaus, para se produzir, por exemplo, insumos agrícolas, materiais plásticos e até vidros.</p>
<p>Segundo o titular da Secretaria de Estado de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (SEMGRH), Daniel Borges Nava, o projeto da Suframa ainda será usado, no entanto, são necessários novos estudos sobre o mercado mundial e quantidade das nossas reservas de gás.</p>
<p>“Dentro da nova roupagem do mercado mundial é que nós precisamos atualizar os dados, fazer um estudo, para ver de que forma o Estado pode, integrando a esses incentivos fiscais, que nós temos na ZFM, os incentivos fiscais do Codam, saber como fazer para que essas indústrias possam ser atraídas pelo modelo ZFM. Isso passa pela atualização do estudo de mercado e uma parceria entre o Governo do Estado e governo federal, a partir de questões que passam pelo interesse da Petrobras”, disse Nava.</p>
<p>“Como nós já temos uma refinaria em Manaus, é possível viabilizar uma planta de ureia aqui. Quando você junta ureia e potássio, você tem a base dos insumos agrícolas. Então, o Amazonas passaria a ser um grande produtor de insumos agrícolas que a gente usa na área de plantio de soja. O plástico usado em aparelhos produzidos no PIM também pode ser produzido a partir desse gás. O sub produto do caulim é a areia, que você pode produzir vidro. Então existe a possibilidade da atração de uma indústria de vidros”, explicou o secretário. O dilema está em utilizar estes recursos de forma sustentável.</p>
<p>Projetos</p>
<p>Materiais descartáveis como o plástico e as substâncias oleaginosas, que são descartados pelas empresas do Polo Industrial de Manaus, poderiam passar por processos e se tornarem biocombustíveis, como o biodiesel.</p>
<p>Segundo o doutor em Química Analítica e especialista na área de biocombustíveis, Jamal Chaar, que é professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o processo de craqueamento não é barato, mas o investimento no segmento é importante porque evitaria até que esse material fosse descartado em qualquer área. Já o combustível poderia ser usado em embarcações e até nas próprias empresas do PIM.</p>
<p>“Há pessoas aqui na região que tem interesse em trabalhar nesse segmento. Agora, o investimento é alto, não sei em torno de quanto, mas é viável por conta da quantidade de produtos, de resíduos que é descartada todo mês na região”, disse Chaar.</p>
<p>Mesmo tendo pessoas interessadas no projeto, Chaar afirma que é necessário de investimentos por parte de instituições públicas e empresas do PIM para que a produção de biocombustíveis um dia se torne realidade. “Esse material pode ser bem aproveitado por uma indústria bem preparada e que tenha o apoio das entidades como os governos estadual e federal. Todo processo que vai trabalhar com passivo ambiental como fonte de matéria prima sempre vai ser um processo caro”, concluiu.</p>
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